Encerramento do Programa Pulsar 2017. Uma experiência sobre inclusão e diversidade, com 30 profissionais formados e aptos a multiplicar a metodologia da cooperação internacional entre Instituto Superar e Universidade de Colônia, na Alemanha. Uma iniciativa da AHK - Câmara Alemã Rio e FIRJAN, com o apoio de FURNAS. Certa de que teremos muitas experiências pela frente, convido vocês a conhecerem um pouquinho do que aconteceu neste ano de 2017 com a gente.
Psicóloga, Escritora, Ativista, Mestre em Letras e Ciências Humanas, estudei Psicologia do Esporte e Biopsicologia. Atualmente estudo política e sociologia. Gosto de gente, curto esporte, cultura, adoro andar por lugares diferentes, inspirada por natureza, busco quase sempre mudanças. Escrevo histórias que rondam minha cabeça e meu coração.
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
quinta-feira, 30 de março de 2017
TAPEÇARIA DO TEMPO
IDENTIDADE SOCIAL E POSSIBILIDADES DE EMANCIPAÇÃO: SERÁ POSSÍVEL?
Capitalismo
Mercantilismo
Sutilismo
Humanos? Estão do "lado de fora"
Agora? Deixa pra depois.
Agora é a era do controle, do analfabetismo emocional.
Do racional.
Do imoral.
Do ilegal.
Do assassino do espeto de churrasco, sem sal.
Do mal.
Do vasco.
Do carrasco.
Liberdade Intelectual? não, tem não.
Necessidade de Escola? Para quê?
Para uma sociedade hostilizada...
amordaçada, encurralada, espremida, controlada.
Mundo sólido, identidade líquida.
Tudo escorre
E morre
Quem somos nós?
É o pós...
Já foi pelo ralo, nem deu tempo de elaborar...
Quem sabe ruminar, mastigar, remascar e vomitar?
Refugo humano
Lixo urbano
Lixo humano
Planeta cheio
Cheio da globalização
Da fixação
Estamos refugiados
Aprisionados
Algemados em nós mesmos
Se esvaindo da solidariedade
a qualidade
em maiores quantidades...
para servir a sociedade.
Geração X, Y e Z... Oi?!
Humanos sem ser. Humanos para ter.
Mas então, é possível a tal educação?
Quem dirá a emancipação...
Um retalho daqui, outro dali...
A colcha vai se formando
O circo vai aumentando...
É jato de tudo que é lado, mas lavar que é bom...
Nada limpo. O jogo é todo ele sujo.
A era é líquida.
É nazismo.
É barbárie.
Salve se quem puder
Ame quem conseguir
Sorria se for possível
Porque a ferida é invisível.
Sobre minha experiência com Adorno
Educação?
Emancipação?
Liberdade de expressão
Constituição
Acesso à educação
Doutrinação
NÃO
Deveres do professor
NÃO
Proibição
Controle
NÃO
Mordaça
NÃO
Escola sem partido para um partido, também NÃO
Saudável discussão?
Regressão
Opressão
Imposição
Rumo a Auto reflexão
Des barbarização
Libertação
Pluralismo de concepções
Elucidações
Des cristalizações
Perturbações
Inquietações
Conscientização
Vamos acordar a consciência
O monstro está vivo
A Barbárie
Escola para que?
Educação para emancipação ou para robotização?
E a pedagogia para dialogar?
E o aluno para protagonizar?
A diversidade sexual
Cultural
Diversidade?
OU
Homogeneidade?
É uma breve apresentação
Da reflexão
do que não é morno
Adorno
O anestesiamento social
O caos
Um pensa e os outros executam
E surtam
É a cultura das massas
Sem raças
Escravas
Com mordaças
Sem amor
Com dor
Que pavor
Rancor
Desagregador
Do público espectador
É o preconceito delirante
Seguindo adiante
Asfixiante
Dominante
Na Docência da consciência
Da Impermanência
Com Resistência
Na Sensibilidade intelectual
Contra o mal
O mal estar
O mal estar na civilização
Com coração
Com paixão
Inclusão
Como vulcão
Com educação
Tem formação
Com emancipação.
Emancipação?
Liberdade de expressão
Constituição
Acesso à educação
Doutrinação
NÃO
Deveres do professor
NÃO
Proibição
Controle
NÃO
Mordaça
NÃO
Escola sem partido para um partido, também NÃO
Saudável discussão?
Regressão
Opressão
Imposição
Rumo a Auto reflexão
Des barbarização
Libertação
Pluralismo de concepções
Elucidações
Des cristalizações
Perturbações
Inquietações
Conscientização
Vamos acordar a consciência
O monstro está vivo
A Barbárie
Escola para que?
Educação para emancipação ou para robotização?
E a pedagogia para dialogar?
E o aluno para protagonizar?
A diversidade sexual
Cultural
Diversidade?
OU
Homogeneidade?
É uma breve apresentação
Da reflexão
do que não é morno
Adorno
O anestesiamento social
O caos
Um pensa e os outros executam
E surtam
É a cultura das massas
Sem raças
Escravas
Com mordaças
Sem amor
Com dor
Que pavor
Rancor
Desagregador
Do público espectador
É o preconceito delirante
Seguindo adiante
Asfixiante
Dominante
Na Docência da consciência
Da Impermanência
Com Resistência
Na Sensibilidade intelectual
Contra o mal
O mal estar
O mal estar na civilização
Com coração
Com paixão
Inclusão
Como vulcão
Com educação
Tem formação
Com emancipação.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
quarta-feira, 27 de abril de 2016
A inquietude do Rio 2016
Está fresco na memória, por isso um convite a mente. Pensar a inclusão significa pensar a exclusão. O esporte no Rio de Janeiro e no Brasil está num movimento que precisa se inquietar ao invés de ficar estático. Um grande evento esportivo pode trazer à tona como um ser humano ver o outro...com deficiência, sem deficiência, negro, branco, da periferia, da avela, do interior, do meu interior, da Zona Sul, do Alemão, do morro, do asfalto, enfim, tudo se mistura e nada passa a ser diferente, distante. É a competição pelo direito de viver.
Ainda inquieta fui discutir dentro de uma multinacional a questão da inclusão da mulher atleta com deficiência no mercado de trabalho e na sociedade. Eis a questão: Como ser mãe, atleta, profissional, sensível e ainda buscar o pódio? Uau...essa foi de arrepiar! Fica aqui uma reflexão para quem curte pensar sobe questões pra lá de contemporâneas.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Formação de professores de educação física - Paradesporto
O SESI e o SUPERAR conversam e travam de
forma bilateral um trabalho colaborativo e de inclusão social de
pessoas com deficiência através do esporte. A adoção da prática esportiva é fator determinante
para elevação da qualidade de vida de todas as pessoas nos dias atuais, em que
as pressões da civilização moderna, inserida num acelerado processo de
urbanização e globalização, imprimem novas rotinas para a sociedade. O esporte já demonstrou ser uma
excelente ferramenta educacional e social, percebe-se que os valores e atitudes
têm sido os pontos principais de projetos sociais e iniciativas que envolvem a atividade física que se propõem desenvolver as competências pessoais, sociais, produtivas e cognitivas das pessoas com algum tipo de deficiência . A aprendizagem desses conteúdos atitudinais é
fundamental para possibilitar aos educandos o resgate e construção dos
valores que propiciam à autonomia, a iniciativa, a transformação da realidade
social, a aquisição de conhecimentos com valores úteis e significativos ao
cotidiano social das pessoas com deficiência que praticam esporte. Pode propiciar, também, o respeito
às diversidades existentes no grupo, bem como às limitações e individualidades
de seus companheiros e a formação da autonomia dos mesmos.
A inclusão social se torna um valor na medida em que
entendemos que a participação e o acesso das pessoas aos bens sociais coletivos
são fundamentais para promover suas experiências de vida e contribuir para o
seu desenvolvimento enquanto entes sociais e cidadãos ativos. Na perspectiva do
desenvolvimento humano, a inclusão social pode ser considerada como um valor
básico para que os outros valores sociais possam ser desenvolvidos. Nesta perspectiva SESI e SUPERAR trabalham juntos para formar professores em esporte adaptado. Uma proposta colaborativa!
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Ser feliz no trabalho...é possível?
Organização, saber se comunicar e definir exatamente o que é sucesso são essenciais para ser feliz no trabalho...
Pesquisa feita neste ano com 500 grandes companhias no Brasil mostrou que 49% dos executivos estão insatisfeitos com o desequilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal, 27% sentem-se cansados e apenas 24% estão com energia em alta...
O trabalho que você faz molda o mundo que você vive. Por isso, escolha um trabalho que você acredita, não necessariamente um que você ama. Se der para juntar as duas coisas, perfeito!
O que me intriga, porém, não são as pessoas que não gostam do seu trabalho, sim as pessoas que não acreditam nele. Seja por não acreditarem no produto (ou serviço) que oferecem ao mundo, seja por não acreditar na forma como aquilo é oferecido.
Temos um exército de pessoas que aceitam a ideia de que o mundo do trabalho é isso aí mesmo, que as relações entre pessoas e empresas funcionam assim e que a gente deve trabalhar para quem nos oferece as melhores condições, sem traçar qualquer conexão entre o nosso trabalho e as consequências que a empresa traz para o mundo, boas ou ruins.
É apenas uma reflexão, mas certa de que não vale a pena usar a maior parte do nosso tempo em uma coisa que não nos dá prazer.
Eu amo o que faço!
Pesquisa feita neste ano com 500 grandes companhias no Brasil mostrou que 49% dos executivos estão insatisfeitos com o desequilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal, 27% sentem-se cansados e apenas 24% estão com energia em alta...
O trabalho que você faz molda o mundo que você vive. Por isso, escolha um trabalho que você acredita, não necessariamente um que você ama. Se der para juntar as duas coisas, perfeito!
O que me intriga, porém, não são as pessoas que não gostam do seu trabalho, sim as pessoas que não acreditam nele. Seja por não acreditarem no produto (ou serviço) que oferecem ao mundo, seja por não acreditar na forma como aquilo é oferecido.
Temos um exército de pessoas que aceitam a ideia de que o mundo do trabalho é isso aí mesmo, que as relações entre pessoas e empresas funcionam assim e que a gente deve trabalhar para quem nos oferece as melhores condições, sem traçar qualquer conexão entre o nosso trabalho e as consequências que a empresa traz para o mundo, boas ou ruins.
É apenas uma reflexão, mas certa de que não vale a pena usar a maior parte do nosso tempo em uma coisa que não nos dá prazer.
Eu amo o que faço!
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Primeiro Simpósio Paradesportivo Carioca
No Primeiro Simpósio Paradesportivo Carioca, pude falar sobre interdisciplinaridade no esporte e o papel da psicologia do esporte no paradesporto nacional.
Pensar a Psicologia e o Esporte é pensar o corpo e a mente de forma única e dentro desse universo existem várias formas de desenvolver o trabalho com equipes de atletas e atletas.
Pensar a Psicologia e o Esporte é pensar o corpo e a mente de forma única e dentro desse universo existem várias formas de desenvolver o trabalho com equipes de atletas e atletas.
sexta-feira, 25 de julho de 2014
O Lançamento está marcado!
E foi um dia de chuva torrencial no Rio de Janeiro, mas parecia tão caloroso que por mim não precisava acabar esse momento tão especial em minha vida. Uma mistura de pessoas amigas, inimigas, de sangue, de afeto, desafetos, de alma, de Deus, de amor, do Brasil, de Los Angeles, da Zona Sul, Baixada Fluminense, Zona Oeste, Arará, Juiz de Fora, de todo tipo de gente, por isso foi incrível.
As crianças? Meu Deus...todas maravilhosas, um prazer tê las tido tão perto. Encantadoras!
Exagerei nas fotos, mas não resisti a tanta energia positiva. É digno de se deliciar com tanta explosão de criatividade.
Conexão Jornalismo fala sobre O LIVRO: A Menina Que Perdeu a Perna
Vamos espiar!
http://www.conexaojornalismo.com.br/colunas/esportes/olimpiadas/livro-infantil-conta-historia-de-vida-de-atleta-paraolimpica-22-31074
http://www.conexaojornalismo.com.br/colunas/esportes/olimpiadas/livro-infantil-conta-historia-de-vida-de-atleta-paraolimpica-22-31074
terça-feira, 22 de julho de 2014
sábado, 19 de julho de 2014
A MENINA QUE PERDEU A PERNA
Vem aí o livro que conta uma história de superação, a menina que perde a perna em um acidente e que resolve dar a volta por cima praticando esporte. Uma história infantil, real com o intuito de sensibilizar a criançada para as questões da diversidade, quebrar paradigmas e claro se divertir e se emocionar com essa trajetória de persistência e sucesso. A personagem se chama Rosinha, atleta paraolimpica, medalhística em diversas competições nacionais e internacionais. Sua história de vida retrata sua coragem e determinação. Lançamento em breve! Confira!
sábado, 11 de janeiro de 2014
A LEI 10098 E ANÁLISE DE DISCURSO SOBRE ACESSIBILIDADE DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: Uma reflexão
A
intenção deste texto é exercitar os conceitos da análise do discurso, bem
como proporcionar uma breve discussão e reflexão a cerca do discurso da lei de
acessibilidade pelo Governo Federal. O texto não tem como objetivo
emitir julgamento de valor a respeito da autoria da lei, mas o de conhecer a lei 10098 que estabelece
normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade para
pessoas com deficiência e de identificar o caminho de um discurso marcado pela exclusão: de
famílias simples e desinformadas, essas pessoas desconhecem direitos
elementares; revelou, também, avanços na legislação que discute a eliminação
das barreiras sociais a pessoas com deficiência.
No Art. 1o - Esta Lei estabelece normas gerais e critérios básicos para a
promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com
mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias
e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios
e nos meios de transporte e de comunicação.
A Análise do discurso da lei a cima traz em si inúmeras
interpretações da mesma, tais como:
A indagação “ Qual o
sujeito do texto?” ou seja, se o sujeito, aqui entendido como o autor da lei, é
o próprio sujeito do qual ele cita ou se ele, autor, não abrange o universo ou
publico do qual a lei é colocada. Será a
pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida, ou o autor da lei que não tem a
mesma necessidade de acessibilidade?
Outra
análise remete à reflexão do quanto à lei é excludente por si só, por ser
pensada em um público, um sujeito, que não tem acesso, tanto de forma
arquitetônica, quanto atitudinal, na sociedade, na escola, na moradia, na
saúde, nos restaurantes, nos esportes. O fato de existir uma lei, já legitima o
não cumprimento da mesma, o que significa que a sua existência se dá pela
negação do próprio sujeito da lei.
Outra
questão é que o sujeito do discurso traz sua subjetividade implícita em sua
própria reflexão a cerca da análise do discurso, que por sua vez vem determinado
por um contexto social, uma condição sócio- histórica e econômica, na qual o
sujeito é inserido. Mas, que não
necessariamente condiz com a realidade.
E a realidade, hoje, é que se toda a temática
abordada na Lei fosse executada, como por exemplo: se todo restaurante tivesse
cardápio em Braille, toda escola tivesse material adaptado, os prédios fossem
acessíveis com rampas, portas largas e banheiros adaptados e preparados, nem
haveria a necessidade desta presente discussão, pois a lei da qual estamos
discutindo nem existiria, ou seja, a própria análise do discurso desta lei
legitima a falta do cumprimento dessas ações por parte da sociedade atual.
A
lei é um diálogo entre o sujeito e a sociedade, que vai mudar de acordo com os
tempos, de modo que a sociedade muda, muda o sujeito e muda a lei também, pois
um estará atrelado ao outro, assim como diz Mussalin que o sujeito é levado a ocupar
um lugar em determinada formação social e enunciar o que é possível a partir do
lugar que ocupa.
Em outra
análise, a lei faz parte da realidade da vida cotidiana, que é construída sobre
a mesma. A sociedade é construída de acordo com normas e regras instituídas
pelo sujeito, então a lei é fruto do diálogo entre o sujeito e a sociedade. O
discurso do sujeito é social, justamente por que a realidade é objetivada,
assim como traz Berger (2010) a contribuição do sujeito que já nasce numa realidade,
num contexto que abarca leis, normas, regras, por isso a ideia de um sujeito
que é a própria interação com o social.
A
sociedade só existe diante desta lei que exerce o poder sobre o sujeito, ela
vem como uma autoridade pra limitar este sujeito. A lei legisla um poder sobre o sujeito e isso
delega um poder ao outro, por que quando ela é lei, ela é uma convenção que foi
acordada socialmente, e isso dá poder ao outro de limitar a acessibilidade da
pessoa com deficiência.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Psicologia no Esporte é assim...
O atendimento psicológico à atletas é assim...em diversos lugares. Não necessariamente tem um consultório, uma mesa, uma cadeira...aliás quase sempre não tem nada disso. O atendimento acontece no campo, na pista de atletismo, na beira da piscina, geralmente em locais de treinamento. O psicólogo do esporte deve se adaptar as necessidade do esporte, do atleta, da equipe técnica e nem sempre o espaço é formal mas isso não significa que o trabalho não seja de excelência.
Essas são algumas das minhas experiências, como psicóloga que atua com projetos esportivos/sociais e pessoas que eu respeito e amo muito trabalhar.
Essas são algumas das minhas experiências, como psicóloga que atua com projetos esportivos/sociais e pessoas que eu respeito e amo muito trabalhar.
Psicologia e Esporte
Olá amigos divulgo aqui um texto sobre Psicologia do Esporte. Uma área relativamente nova no Brasil e fascinante. Acontecerá a pós-graduação na FMU em 2014. Uma oportunidade!
UM DIFERENCIAL NA CARREIRA E PERFORMANCE
Atletas e equipes esportivas contam com um bom preparo físico, técnico e tático, mas muitas vezes, não possuem o preparo psicológico adequado para lidar com a pressão, reduzir a ansiedade, manter-se concentrados em momentos decisivos e ter uma comunicação efetiva , afetando assim, negativamente o desempenho e as possibilidades de êxitos.
Essa é uma realidade que vimos em vários eventos esportivos, como: Copas do Mundo e Olimpíadas. São vários anos de treinos exaustivos, dedicação e abdicação, desperdiçados por falta de preparação psicológica adequada. Apesar de consciência da importância do aspecto emocional para o desempenho, faltam profissionais preparados para lidar com estas questões.
Vários temas como: falta de motivação, personalidade, agressividade e violência, liderança, dinâmica de grupo, descontrole emocional, trabalho em equipe, comportamento antidesportivo, bem-estar psicológico, pensamentos e sentimentos de atletas e vários outros aspectos da prática esportiva e da atividade física foram sendo incorporados à lista de preocupações e necessidades do meio esportivo. Na atualidade, diante do equilíbrio técnico alcançado por atletas e equipes de alto rendimento, os aspectos emocionais têm sido considerados como grande diferencial nos momentos de grandes decisões e as consequências do despreparo são frequentemente lamentadas.
A boa notícia é que existe um caminho para suprir essa falta no meio esportivo, propiciando uma importante vantagem para os técnicos, equipes e atletas que utilizam ferramentas e técnicas, voltadas ao treinamento da concentração, motivação, controle emocional, e especialmente de entrosamento. Propiciando melhoria de performance e resultados que tem como objetivo ensinar o atleta a lidar com suas emoções e melhorar seu rendimento, seu comportamento e consequentemente seus resultados.
“A psicologia do esporte é a ciência do esporte que procura entender e ajudar as pessoas a alcançarem um desempenho máximo, satisfação pessoal e desenvolvimento por meio da participação esportiva.” ( Weinberg e Gold, 2001)
Antenada nas necessidades do mercado esportivo, A FMU lança a Pós -Graduação em Psicologia do Esporte. O objetivo do curso é propiciar conhecimentos e práticas, acerca da interação mente-corpo e do comportamento no ambiente esportivo, e como esses fatores podem afetar a performance de atletas e equipes. O curso é oferecido por profissionais que trabalham com a psicologia do esporte há anos, alguns deles, fazem parte de seleções brasileiras do Comitê Paraolímpico, Comitê Olímpico e também de grandes times do futebol brasileiro, que possuem um diferencial prático além de formação acadêmica de qualidade.
Aproveite o contexto esportivo brasileiro com a realização da Copa do Mundo (2014) e dos Jogos Olímpicos (2016) e aprimore seus conhecimentos e habilidades em Psicologia Esportiva.
Essa oportunidade irá fazer a diferença na carreira de muitos profissionais, e consequentemente, na vida de muitos de nossos alunos e atletas.
Escrito por Dalila Ayala - Psicóloga e coach de três ciclos paraolímpicos (Atenas- 2004, Pequim – 2008 e Londres -2012).
UM DIFERENCIAL NA CARREIRA E PERFORMANCE
Atletas e equipes esportivas contam com um bom preparo físico, técnico e tático, mas muitas vezes, não possuem o preparo psicológico adequado para lidar com a pressão, reduzir a ansiedade, manter-se concentrados em momentos decisivos e ter uma comunicação efetiva , afetando assim, negativamente o desempenho e as possibilidades de êxitos.
Essa é uma realidade que vimos em vários eventos esportivos, como: Copas do Mundo e Olimpíadas. São vários anos de treinos exaustivos, dedicação e abdicação, desperdiçados por falta de preparação psicológica adequada. Apesar de consciência da importância do aspecto emocional para o desempenho, faltam profissionais preparados para lidar com estas questões.
Vários temas como: falta de motivação, personalidade, agressividade e violência, liderança, dinâmica de grupo, descontrole emocional, trabalho em equipe, comportamento antidesportivo, bem-estar psicológico, pensamentos e sentimentos de atletas e vários outros aspectos da prática esportiva e da atividade física foram sendo incorporados à lista de preocupações e necessidades do meio esportivo. Na atualidade, diante do equilíbrio técnico alcançado por atletas e equipes de alto rendimento, os aspectos emocionais têm sido considerados como grande diferencial nos momentos de grandes decisões e as consequências do despreparo são frequentemente lamentadas.
A boa notícia é que existe um caminho para suprir essa falta no meio esportivo, propiciando uma importante vantagem para os técnicos, equipes e atletas que utilizam ferramentas e técnicas, voltadas ao treinamento da concentração, motivação, controle emocional, e especialmente de entrosamento. Propiciando melhoria de performance e resultados que tem como objetivo ensinar o atleta a lidar com suas emoções e melhorar seu rendimento, seu comportamento e consequentemente seus resultados.
“A psicologia do esporte é a ciência do esporte que procura entender e ajudar as pessoas a alcançarem um desempenho máximo, satisfação pessoal e desenvolvimento por meio da participação esportiva.” ( Weinberg e Gold, 2001)
Antenada nas necessidades do mercado esportivo, A FMU lança a Pós -Graduação em Psicologia do Esporte. O objetivo do curso é propiciar conhecimentos e práticas, acerca da interação mente-corpo e do comportamento no ambiente esportivo, e como esses fatores podem afetar a performance de atletas e equipes. O curso é oferecido por profissionais que trabalham com a psicologia do esporte há anos, alguns deles, fazem parte de seleções brasileiras do Comitê Paraolímpico, Comitê Olímpico e também de grandes times do futebol brasileiro, que possuem um diferencial prático além de formação acadêmica de qualidade.
Aproveite o contexto esportivo brasileiro com a realização da Copa do Mundo (2014) e dos Jogos Olímpicos (2016) e aprimore seus conhecimentos e habilidades em Psicologia Esportiva.
Essa oportunidade irá fazer a diferença na carreira de muitos profissionais, e consequentemente, na vida de muitos de nossos alunos e atletas.
Escrito por Dalila Ayala - Psicóloga e coach de três ciclos paraolímpicos (Atenas- 2004, Pequim – 2008 e Londres -2012).
Evento de Inclusão Social
Em parceria com a Prefeitura de Petrópolis o evento foi de ATITUDE NO ESPORTE.
Escolas com seus alunos participaram de um dia de oficinas sensoriais/esportivas com o intuito de disseminar o esporte adaptado e a inclusão social de pessoas com deficiência.
Foi possível experimentar o futebol para cegos, o vôlei sentado, o atletismo (corrida) vendado e o basquete sobre rodas.
É um aprendizado com a diferença!
Escolas com seus alunos participaram de um dia de oficinas sensoriais/esportivas com o intuito de disseminar o esporte adaptado e a inclusão social de pessoas com deficiência.
Foi possível experimentar o futebol para cegos, o vôlei sentado, o atletismo (corrida) vendado e o basquete sobre rodas.
É um aprendizado com a diferença!
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