sexta-feira, 25 de julho de 2014

O Lançamento está marcado!

                                             
                                                                E foi um dia de chuva torrencial no Rio de Janeiro, mas parecia tão caloroso que por mim não precisava acabar esse momento tão especial em minha vida. Uma mistura de pessoas amigas, inimigas, de sangue, de afeto, desafetos, de alma, de Deus, de amor, do Brasil, de Los Angeles, da Zona Sul, Baixada Fluminense, Zona Oeste, Arará, Juiz de Fora, de todo tipo de gente, por isso foi incrível. 
As crianças? Meu Deus...todas maravilhosas, um prazer tê las tido tão perto. Encantadoras!





Exagerei nas fotos, mas não resisti a tanta energia positiva. É digno de se deliciar com tanta explosão de criatividade.

Conexão Jornalismo fala sobre O LIVRO: A Menina Que Perdeu a Perna

Vamos espiar!

http://www.conexaojornalismo.com.br/colunas/esportes/olimpiadas/livro-infantil-conta-historia-de-vida-de-atleta-paraolimpica-22-31074





terça-feira, 22 de julho de 2014

Em breve!

                                                                       
                                                                   
                                                                    Não percam!

sábado, 19 de julho de 2014

A MENINA QUE PERDEU A PERNA

Vem aí o livro que conta uma história de superação, a menina que perde a perna em um acidente e que resolve dar a volta por cima praticando esporte. Uma história infantil, real com o intuito de sensibilizar a criançada para as questões da diversidade, quebrar paradigmas e claro se divertir e se emocionar com essa trajetória de persistência e sucesso. A personagem se chama Rosinha, atleta paraolimpica, medalhística em diversas competições nacionais e internacionais. Sua história de vida retrata sua coragem e determinação. Lançamento em breve! Confira!

sábado, 11 de janeiro de 2014

A LEI 10098 E ANÁLISE DE DISCURSO SOBRE ACESSIBILIDADE DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: Uma reflexão

A intenção deste texto é exercitar os conceitos da análise do discurso, bem como proporcionar uma breve discussão e reflexão a cerca do discurso da lei de acessibilidade pelo Governo Federal. O texto não tem como objetivo emitir julgamento de valor a respeito da autoria da lei, mas o de conhecer a lei 10098 que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade para pessoas com deficiência e de identificar o caminho de um discurso marcado pela exclusão: de famílias simples e desinformadas, essas pessoas desconhecem direitos  elementares; revelou, também, avanços na legislação que discute a eliminação das barreiras sociais a pessoas com deficiência.

No Art. 1o  - Esta Lei estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação.

A Análise do discurso da lei a cima traz em si inúmeras interpretações da mesma, tais como:

 A indagação “ Qual o sujeito do texto?” ou seja, se o sujeito, aqui entendido como o autor da lei, é o próprio sujeito do qual ele cita ou se ele, autor, não abrange o universo ou publico do qual a lei é colocada.  Será a pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida, ou o autor da lei que não tem a mesma necessidade de acessibilidade?

Outra análise remete à reflexão do quanto à lei é excludente por si só, por ser pensada em um público, um sujeito, que não tem acesso, tanto de forma arquitetônica, quanto atitudinal, na sociedade, na escola, na moradia, na saúde, nos restaurantes, nos esportes. O fato de existir uma lei, já legitima o não cumprimento da mesma, o que significa que a sua existência se dá pela negação do próprio sujeito da lei.
Outra questão é que o sujeito do discurso traz sua subjetividade implícita em sua própria reflexão a cerca da análise do discurso, que por sua vez vem determinado por um contexto social, uma condição sócio- histórica e econômica, na qual o sujeito é inserido.  Mas, que não necessariamente condiz com a realidade.
 E a realidade, hoje, é que se toda a temática abordada na Lei fosse executada, como por exemplo: se todo restaurante tivesse cardápio em Braille, toda escola tivesse material adaptado, os prédios fossem acessíveis com rampas, portas largas e banheiros adaptados e preparados, nem haveria a necessidade desta presente discussão, pois a lei da qual estamos discutindo nem existiria, ou seja, a própria análise do discurso desta lei legitima a falta do cumprimento dessas ações por parte da sociedade atual.
A lei é um diálogo entre o sujeito e a sociedade, que vai mudar de acordo com os tempos, de modo que a sociedade muda, muda o sujeito e muda a lei também, pois um estará atrelado ao outro, assim como diz Mussalin que o sujeito é levado a ocupar um lugar em determinada formação social e enunciar o que é possível a partir do lugar que ocupa.
Em outra análise, a lei faz parte da realidade da vida cotidiana, que é construída sobre a mesma. A sociedade é construída de acordo com normas e regras instituídas pelo sujeito, então a lei é fruto do diálogo entre o sujeito e a sociedade. O discurso do sujeito é social, justamente por que a realidade é objetivada, assim como traz Berger (2010) a contribuição do sujeito que já nasce numa realidade, num contexto que abarca leis, normas, regras, por isso a ideia de um sujeito que é a própria interação com o social.

A sociedade só existe diante desta lei que exerce o poder sobre o sujeito, ela vem como uma autoridade pra limitar este sujeito.  A lei legisla um poder sobre o sujeito e isso delega um poder ao outro, por que quando ela é lei, ela é uma convenção que foi acordada socialmente, e isso dá poder ao outro de limitar a acessibilidade da pessoa com deficiência.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Psicologia no Esporte é assim...

O atendimento psicológico à atletas é assim...em diversos lugares. Não necessariamente tem um consultório, uma mesa, uma cadeira...aliás quase sempre não tem nada disso. O atendimento acontece no campo, na pista de atletismo, na beira da piscina, geralmente em locais de treinamento. O psicólogo do esporte deve se adaptar as necessidade do esporte, do atleta, da equipe técnica e nem sempre o espaço é formal mas isso não significa que o trabalho não seja de excelência.
Essas são algumas das minhas experiências, como psicóloga que atua com projetos esportivos/sociais e pessoas que eu respeito e amo muito trabalhar.






Psicologia e Esporte

Olá amigos divulgo aqui um texto sobre Psicologia do Esporte. Uma área relativamente nova no Brasil e fascinante. Acontecerá a pós-graduação na FMU em 2014. Uma oportunidade!

UM DIFERENCIAL NA CARREIRA E PERFORMANCE
Atletas e equipes esportivas contam com um bom preparo físico, técnico e tático, mas muitas vezes, não possuem o preparo psicológico adequado para lidar com a pressão, reduzir a ansiedade, manter-se concentrados em momentos decisivos e ter uma comunicação efetiva , afetando assim, negativamente o desempenho e as possibilidades de êxitos.
Essa é uma realidade que vimos em vários eventos esportivos, como: Copas do Mundo e Olimpíadas. São vários anos de treinos exaustivos, dedicação e abdicação, desperdiçados por falta de preparação psicológica adequada. Apesar de consciência da importância do aspecto emocional para o desempenho, faltam profissionais preparados para lidar com estas questões.
Vários temas como: falta de motivação, personalidade, agressividade e violência, liderança, dinâmica de grupo, descontrole emocional, trabalho em equipe, comportamento antidesportivo, bem-estar psicológico, pensamentos e sentimentos de atletas e vários outros aspectos da prática esportiva e da atividade física foram sendo incorporados à lista de preocupações e necessidades do meio esportivo. Na atualidade, diante do equilíbrio técnico alcançado por atletas e equipes de alto rendimento, os aspectos emocionais têm sido considerados como grande diferencial nos momentos de grandes decisões e as consequências do despreparo são frequentemente lamentadas.
A boa notícia é que existe um caminho para suprir essa falta no meio esportivo, propiciando uma importante vantagem para os técnicos, equipes e atletas que utilizam ferramentas e técnicas, voltadas ao treinamento da concentração, motivação, controle emocional, e especialmente de entrosamento. Propiciando melhoria de performance e resultados que tem como objetivo ensinar o atleta a lidar com suas emoções e melhorar seu rendimento, seu comportamento e consequentemente seus resultados.
“A psicologia do esporte é a ciência do esporte que procura entender e ajudar as pessoas a alcançarem um desempenho máximo, satisfação pessoal e desenvolvimento por meio da participação esportiva.” ( Weinberg e Gold, 2001)
Antenada nas necessidades do mercado esportivo, A FMU lança a Pós -Graduação em Psicologia do Esporte. O objetivo do curso é propiciar conhecimentos e práticas, acerca da interação mente-corpo e do comportamento no ambiente esportivo, e como esses fatores podem afetar a performance de atletas e equipes. O curso é oferecido por profissionais que trabalham com a psicologia do esporte há anos, alguns deles, fazem parte de seleções brasileiras do Comitê Paraolímpico, Comitê Olímpico e também de grandes times do futebol brasileiro, que possuem um diferencial prático além de formação acadêmica de qualidade.
Aproveite o contexto esportivo brasileiro com a realização da Copa do Mundo (2014) e dos Jogos Olímpicos (2016) e aprimore seus conhecimentos e habilidades em Psicologia Esportiva.
Essa oportunidade irá fazer a diferença na carreira de muitos profissionais, e consequentemente, na vida de muitos de nossos alunos e atletas.
Escrito por Dalila Ayala - Psicóloga e coach de três ciclos paraolímpicos (Atenas- 2004, Pequim – 2008 e Londres -2012).