Psicóloga, Escritora, Ativista, Mestre em Letras e Ciências Humanas, estudei Psicologia do Esporte e Biopsicologia. Atualmente estudo política e sociologia. Gosto de gente, curto esporte, cultura, adoro andar por lugares diferentes, inspirada por natureza, busco quase sempre mudanças. Escrevo histórias que rondam minha cabeça e meu coração.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
quarta-feira, 27 de abril de 2016
A inquietude do Rio 2016
Está fresco na memória, por isso um convite a mente. Pensar a inclusão significa pensar a exclusão. O esporte no Rio de Janeiro e no Brasil está num movimento que precisa se inquietar ao invés de ficar estático. Um grande evento esportivo pode trazer à tona como um ser humano ver o outro...com deficiência, sem deficiência, negro, branco, da periferia, da avela, do interior, do meu interior, da Zona Sul, do Alemão, do morro, do asfalto, enfim, tudo se mistura e nada passa a ser diferente, distante. É a competição pelo direito de viver.
Ainda inquieta fui discutir dentro de uma multinacional a questão da inclusão da mulher atleta com deficiência no mercado de trabalho e na sociedade. Eis a questão: Como ser mãe, atleta, profissional, sensível e ainda buscar o pódio? Uau...essa foi de arrepiar! Fica aqui uma reflexão para quem curte pensar sobe questões pra lá de contemporâneas.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Formação de professores de educação física - Paradesporto
O SESI e o SUPERAR conversam e travam de
forma bilateral um trabalho colaborativo e de inclusão social de
pessoas com deficiência através do esporte. A adoção da prática esportiva é fator determinante
para elevação da qualidade de vida de todas as pessoas nos dias atuais, em que
as pressões da civilização moderna, inserida num acelerado processo de
urbanização e globalização, imprimem novas rotinas para a sociedade. O esporte já demonstrou ser uma
excelente ferramenta educacional e social, percebe-se que os valores e atitudes
têm sido os pontos principais de projetos sociais e iniciativas que envolvem a atividade física que se propõem desenvolver as competências pessoais, sociais, produtivas e cognitivas das pessoas com algum tipo de deficiência . A aprendizagem desses conteúdos atitudinais é
fundamental para possibilitar aos educandos o resgate e construção dos
valores que propiciam à autonomia, a iniciativa, a transformação da realidade
social, a aquisição de conhecimentos com valores úteis e significativos ao
cotidiano social das pessoas com deficiência que praticam esporte. Pode propiciar, também, o respeito
às diversidades existentes no grupo, bem como às limitações e individualidades
de seus companheiros e a formação da autonomia dos mesmos.
A inclusão social se torna um valor na medida em que
entendemos que a participação e o acesso das pessoas aos bens sociais coletivos
são fundamentais para promover suas experiências de vida e contribuir para o
seu desenvolvimento enquanto entes sociais e cidadãos ativos. Na perspectiva do
desenvolvimento humano, a inclusão social pode ser considerada como um valor
básico para que os outros valores sociais possam ser desenvolvidos. Nesta perspectiva SESI e SUPERAR trabalham juntos para formar professores em esporte adaptado. Uma proposta colaborativa!
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Ser feliz no trabalho...é possível?
Organização, saber se comunicar e definir exatamente o que é sucesso são essenciais para ser feliz no trabalho...
Pesquisa feita neste ano com 500 grandes companhias no Brasil mostrou que 49% dos executivos estão insatisfeitos com o desequilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal, 27% sentem-se cansados e apenas 24% estão com energia em alta...
O trabalho que você faz molda o mundo que você vive. Por isso, escolha um trabalho que você acredita, não necessariamente um que você ama. Se der para juntar as duas coisas, perfeito!
O que me intriga, porém, não são as pessoas que não gostam do seu trabalho, sim as pessoas que não acreditam nele. Seja por não acreditarem no produto (ou serviço) que oferecem ao mundo, seja por não acreditar na forma como aquilo é oferecido.
Temos um exército de pessoas que aceitam a ideia de que o mundo do trabalho é isso aí mesmo, que as relações entre pessoas e empresas funcionam assim e que a gente deve trabalhar para quem nos oferece as melhores condições, sem traçar qualquer conexão entre o nosso trabalho e as consequências que a empresa traz para o mundo, boas ou ruins.
É apenas uma reflexão, mas certa de que não vale a pena usar a maior parte do nosso tempo em uma coisa que não nos dá prazer.
Eu amo o que faço!
Pesquisa feita neste ano com 500 grandes companhias no Brasil mostrou que 49% dos executivos estão insatisfeitos com o desequilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal, 27% sentem-se cansados e apenas 24% estão com energia em alta...
O trabalho que você faz molda o mundo que você vive. Por isso, escolha um trabalho que você acredita, não necessariamente um que você ama. Se der para juntar as duas coisas, perfeito!
O que me intriga, porém, não são as pessoas que não gostam do seu trabalho, sim as pessoas que não acreditam nele. Seja por não acreditarem no produto (ou serviço) que oferecem ao mundo, seja por não acreditar na forma como aquilo é oferecido.
Temos um exército de pessoas que aceitam a ideia de que o mundo do trabalho é isso aí mesmo, que as relações entre pessoas e empresas funcionam assim e que a gente deve trabalhar para quem nos oferece as melhores condições, sem traçar qualquer conexão entre o nosso trabalho e as consequências que a empresa traz para o mundo, boas ou ruins.
É apenas uma reflexão, mas certa de que não vale a pena usar a maior parte do nosso tempo em uma coisa que não nos dá prazer.
Eu amo o que faço!
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Primeiro Simpósio Paradesportivo Carioca
No Primeiro Simpósio Paradesportivo Carioca, pude falar sobre interdisciplinaridade no esporte e o papel da psicologia do esporte no paradesporto nacional.
Pensar a Psicologia e o Esporte é pensar o corpo e a mente de forma única e dentro desse universo existem várias formas de desenvolver o trabalho com equipes de atletas e atletas.
Pensar a Psicologia e o Esporte é pensar o corpo e a mente de forma única e dentro desse universo existem várias formas de desenvolver o trabalho com equipes de atletas e atletas.
sexta-feira, 25 de julho de 2014
O Lançamento está marcado!
E foi um dia de chuva torrencial no Rio de Janeiro, mas parecia tão caloroso que por mim não precisava acabar esse momento tão especial em minha vida. Uma mistura de pessoas amigas, inimigas, de sangue, de afeto, desafetos, de alma, de Deus, de amor, do Brasil, de Los Angeles, da Zona Sul, Baixada Fluminense, Zona Oeste, Arará, Juiz de Fora, de todo tipo de gente, por isso foi incrível.
As crianças? Meu Deus...todas maravilhosas, um prazer tê las tido tão perto. Encantadoras!
Exagerei nas fotos, mas não resisti a tanta energia positiva. É digno de se deliciar com tanta explosão de criatividade.
Conexão Jornalismo fala sobre O LIVRO: A Menina Que Perdeu a Perna
Vamos espiar!
http://www.conexaojornalismo.com.br/colunas/esportes/olimpiadas/livro-infantil-conta-historia-de-vida-de-atleta-paraolimpica-22-31074
http://www.conexaojornalismo.com.br/colunas/esportes/olimpiadas/livro-infantil-conta-historia-de-vida-de-atleta-paraolimpica-22-31074
Assinar:
Postagens (Atom)
















